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FinderRaid

Referência

Free-to-play, explicado do lado de quem joga

Todos os jogos analisados neste site são gratuitos: entram no telemóvel sem barreira de entrada e podem ser jogados a partir do primeiro minuto. É isso, e só isso, que a expressão free-to-play significa nas páginas do FinderRaid.

O que este site trata e o que não trata

As análises aqui publicadas descrevem o que se joga: mecânicas, ritmo, controlo, conteúdo, duração das sessões. Não tratam do modelo de negócio dos jogos, nem o comentam, nem o comparam entre títulos. Quem procura essa análise não a encontrará aqui, e é melhor sabê-lo à partida.

A razão é simples: essa dimensão muda com frequência, varia de país para país e não é verificável de forma estável por uma pessoa a escrever à noite. O que se joga, esse, pode ser descrito com honestidade.

O que a gratuitidade muda no desenho

Um jogo que qualquer pessoa pode abrir sem pensar duas vezes é desenhado para convencer nos primeiros noventa segundos. Daí as portas de entrada largas do catálogo: tutoriais curtos, primeira partida quase imediata, controlos que se explicam sozinhos.

Daí também vem o desenho por sessões curtas. Um jogo que espera ser aberto na paragem do autocarro organiza-se em partidas de poucos minutos, com progresso guardado a cada passo. É um formato diferente do jogo de consola, não uma versão pobre dele.

Consequências práticas para quem escolhe

Como ler as análises com isto em mente

Se a página diz que um jogo se repete ao fim de duas semanas, isso não é uma acusação: é uma indicação de duração útil. Muitos jogos gratuitos são feitos para ocupar um período limitado e cumprem bem esse papel.

A pergunta útil raramente é «este jogo é bom». É «este jogo serve para o tempo que tenho e para a forma como uso o telemóvel». As análises tentam responder a essa.